Como é que se fala mesmo?

Geralmente as pessoas adultas ensinam as crianças a agradecerem os presentes ou gentilezas que recebem.  Há famílias que fazem uma lista de palavras, conhecidas como “palavrinhas mágicas”, que são os “combinados” para uma melhor convivência.
Algumas expressões na cultura popular indicam que os filhos são espelho dos pais. Comum ouvirmos: Quer conhecer os pais? Olhe para seus filhos..  Dito popular como esse nos ensina ou nos faz lembrar  que além de algumas características herdadas,  o ambiente influencia para a formação  da moral e  da  ética,  da formação para a cidadania, entre tantas outras questões. .  Nesse sentido, entendemos que, as relações sociais contribuem para a formação da identidade de cada um, nesse caso, dos filhos e filhas.
Imagino Jesus compartilhando de vários momentos em nossa casa, na igreja, nos ambientes do trabalho, em diversos lugares.
Longe de fazer dessa reflexão um tom moralista, gostaria de imaginarmos como Jesus se reconheceria nos relacionamentos que temos, principalmente aqueles nos quais colocamos e evidenciamos o seu nome.
Nossas práticas educativas têm levado as pessoas a uma transformação? A um processo de libertação? Realmente temos uma prática dialógica?  Temos uma mediação prática que possibilite às pessoas a se libertarem de ações que as oprime? Certamente você há de concordar que  todas essas ações educativas praticadas por  Jesus, são algumas das respostas que Ele espera de cada um de nós.
Se não estou enganada, às vezes cobramos algumas respostas das pessoas. Ainda bem que Jesus não nos cobra. Sua pedagogia é outra. Até a semana que vem. Abraço fraterno.


 
. Patricia R. M. Marques
Pastora na Igreja Metodista em Santana
3ª Região Eclesiástica
 

Deixe seu comentário!

comments