Homenagem ao Dia das Mães

E por falar em mãe…
Lembro-me com saudade  dos dias das mães, quando logo após a escola dominical, eu e meus irmãos já em casa, fazíamos fila para abraçarmos a mãe juntamente com meu pai.  Nesse tempo eu era a última da fila, pois era a caçula. Até chegar minha vez, parecia uma eternidade.  Eu sempre reclamava, pois não entendia que a fila era por ordem da idade (estou rindo nesse momento).
Não sei a data precisa, mas certa vez perguntei a minha mãe qual era o seu filho ou filha mais amado/a. Creio que essa pergunta só poderia vir de alguém que não é mãe mesmo, pois o sentimento, o amor de mãe  é compartilhado e não dividido. Mas vamos considerar que essa pergunta fiz ainda quando era pequenina.  Sabiamente minha mãe escreveu esse poema:

O filho mais amado!

É  o pequeno, até que cresça.
O que cresceu, até que aprenda a caminhar.
O que caminha, até que chegue.
O que chegou, até que fique.
O que ficou , até que parta.
O que está triste, até que fique alegre.
O que está alegre, até que chore.
O que chora, até que seja consolado.
O que não vê, até que veja.
O que não crê, até que creia.

Creio que o melhor do que falar em mães é poder ouvi-las.  É entender que Deus nos abençoa com seus ensinamentos, suas palavras. A cada encontro que Ele nos permite, é a Sua graça nos renovando.
Ah! A autora do poema?  Ana Luzia Moreira Marques, mãe de 4 meninos e 3 meninas (rsrsr).
A todos nós, um feliz dia das mães.

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